sábado, 18 de janeiro de 2014

Quebrando os castelos de areia


A palavra de Deus nos diz em II Cor.13,5: "Examinai-vos bem, para verdes se estais na fé. Submetei-vos a prova".
Há hoje, como houve também em outros tempos uma fé e uma espiritualidade castelo de areia.  Mas nos tempos de hoje onde se exalta o humanismo, o relativismo e o pluralismo, as pessoas não querem ouvir a verdade. E isso entrou também no meio Cristão. Mutos construíram uma espiritualidade fictícia, gostam de pregações fictícias que vão mantendo o castelo em pé.  E quando alguém vem trazendo uma verdade ou uma palavra de exortação, temem que se derrube o castelo... Há Igrejas que são assim, construídas como um castelo de areia, onde só se prega o que agrada ao povo, onde não há correções  nem amadurecimento, onde a oração e louvor funcionam como terapias e entretenimentos... Jesus disse que se ouvirmos sua palavra e não colocarmos em prática estaremos sendo como quem construiu sobre a areia, quando cair as chuvas e vier as enchentes e os ventos soprarem contra a casa, ela não irá suportar e grande será a ruína.
Os líderes Cristãos tem uma grande responsabilidade, pois as águas das provações chegarão e se tudo o que construíram foi castelo de areia, então com certeza irá ruir. É preciso examinar, e digo mais, é preciso quebrar os castelos de areia e se construir na rocha para que tenhamos pessoas de fato convertidas e uma igreja capaz de testemunhar  Jesus Cristo. 
Um dos textos mais duros do antigo testamento é quando Deus diz: "esse  povo me procura só de palavra, honra-me apenas com a boca, enquanto seu coração está longe de mim. Seu temor para comigo é feito de obrigações tradicionais e rotineiras" (Is.29,13). E esse texto retrata bem o que é uma espiritualidade Castelo de Areia.
Irmãos, é melhor uma pequena casa construída na rocha e bem fortalecida do que um grande castelo de areia, onde o inimigo depois de ajudar a construir, ele mesmo vem e chuta... e quando isso acontece muitos se perdem.Ou em outra situação, quando as águas dos sofrimentos chegam, os que estão no castelo de areia não sabem o que fazer e entram em desespero e acabam se afogando.
É melhor quebrar o castelo de areia agora e construir algo forte. Não tenhas medo, o Senhor é contigo.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Abaixando a poeira

É muito comum tomarmos decisões erradas quando tudo está em agitação. E uma das técnicas do demônio para nos levar a pegarmos caminhos errados é provocar agitações. Ele faz com que a poeira se levante diante de nós de tal forma que nós não consigamos ver nada; Isso nos leva ao desequilíbrio emocional, o que faz levantar ainda mais poeira. Nessa situação batemos em tudo que se move ao nosso redor, onde ferimos aqueles que amamos, dizemos o que na verdade não gostaríamos de dizer. O demônio causa as agitações e fica ao redor para esperar nossas quedas, nossas fraquezas... 
Nesse momento o que precisamos fazer? Antes de qualquer decisão, qualquer atitude, é preciso orar pedindo um derramamento do Espírito Santo, pedindo que Ele venha como água fazendo com que toda poeira se assente. Podemos dizer que quando o Espírito Santo vem, conseguimos submeter as situações debaixo do Senhorio de Jesus. Assim conseguimos ver claramente para tomarmos as decisões.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A manjedoura e a Cruz, o estábulo e o Calvário

A MANJEDOURA E A CRUZ – O ESTÁBULO E O CALVÁRIO

Há uma tendência muito comum em separarmos a festa do Natal do mistério pascal, como se fossem realidades à parte. Mas ao celebrarmos a encarnação do Verbo, que é o Natal. ( Aliás, precisamos desnudar o Natal, pois está tão revestido de consumismo e paganismo que é quase impossível de ver até entre os cristãos a verdadeira realidade do natal).
É comum ouvir entrevistadores perguntando: “O que é o Natal para você?” Mas a questão não é o que é o natal para um ou para outro, mas sim o que é o Natal?
Alguém dirá: “Natal é a encarnação do verbo”. Muito bem! Mas se pensarmos  no que é a encarnação do verbo já deveríamos tremer e silenciar: “ Deus que é criador, assumindo a natureza da criatura e armando entre nós sua tenda...”
Fazer memória desse fato (e isso é celebrar) já deveria fazer com que o natal fosse muito diferente do que é.
Mas, há algo que devemos perguntar no Natal: Qual a razão da encarnação do Verbo?  Ou como perguntou Anselmo de Cantuária: “Cur Deus Homo?” “Porque Deus se fez Homem?”
Irmãos  a manjedoura nos aponta para a Cruz, o estábulo nos aponta para o Calvário. O Filho de Deus se fez homem, porque o homem devido ao pecado estava debaixo da Ira de Deus e para que a Ira Divina não caísse sobre o homem, Deus  se fez homem para tomar sobre si o peso da Ira e assim pela fé  no Filho de Deus  nos tornássemos justos diante de Deus.
Santo Anselmo diz: O homem deve a Deus o que não pode pagar e a menos que pague não pode ser salvo. (Deus então se faz homem e paga o preço...)
Gálatas 4,4: “Mas ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher e sujeito à Lei, para pagar a alforria daqueles que estão sujeitos à lei, para que nos seja dado ser filhos adotivos”.
Gálatas 3,13: “Cristo pagou para nos libertar da maldição da lei, tornando-se ele mesmo maldição por nós, como está escrito: Maldito todo aquele que é suspenso no madeiro”.
Portanto não dá para separarmos a  manjedoura do calvário.
A Comunidade Filhos da Cruz te convida a celebrar o Natal com o olhar no mistério Pascal.

Isaías 9,5: “Pois, uma criança nasceu para nós, um filho nos foi dado. A soberania repousa nos seus ombros. Proclama-se o seu Nome: “Conselheiro Maravilhoso, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz”.